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MONARK Crescent 500 GP, 1973, quando a liberdade criativa ainda tinha espaço

November 9, 2016

 

Em 1972/3, numa altura em que as marcas japonesas já dedicavam um grande esforço financeiro no desenvolvimento das motos de competição, subsistiam, ainda assim, alguns artesãos com ideias próprias que lutavam contra a maré e que, em grande parte, eram o cerne do charme do 'Continental Circus'.

 

 

A MONARK foi uma marca sueca que produziu algumas motos offroad que ficaram célebres e que também desenvolveu esforços no campo da velocidade. No inicio da década de '70, acordou com Rudi Kurth o desenvolvimento de uma moto revolucionária.  

 

Rudi Kurth notabilizou-se como piloto e grande inovador técnico nos sidecar de velocidade. Como curiosidade, Dane Rowe foi sua esposa e, simultaneamente, passageira do sidecar nas corridas.

 

Nos GP, Rudi apresentava-se com uma carrinha Citroen DS transformada pelo próprio em oficina e transporte para a equipa...

 

Recorrendo ao seu conhecimento de aerodinâmica, proveniente dos seus projectos 'streamline' para os sidecar, Rudi Kurth projectou uma moto muito baixa (uma 500cc com a altura de uma 50cc), equipada com um motor CRESCENT (2T, 3 cilindros, 75CV) de origem náutica. O peso a seco era de 100 kgs, o que para uma moto desta cilindrada, por si só, revela o engenho aplicado neste projecto.

 

 

Como noutras ideias interessantes desta época, a falta de 'budget' nunca permitiu um desenvolvimento adequado e a falta de resultados acabou por matar prematuramente a ideia.

 

 

 

 

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